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Pasteur
O cientista Luiz Pasteur
considerava o vinho a mais higiénica e a mais sabia das bebidas
Grécia Antiga
Os Filófos Gregos, Sócrates, Aristóteles, Pitágoras e Diógenes
eram consumidores vorazes de vinho.
Vinhos aromatizados
existiram até a Idade Média
Na
época dos Romanos, costumava-se adicionar uma variedade de temperos
e aromas aos tanques em que o vinho era armazenado. Era comum o uso
de canela, pimenta, alho, cravo-da-índia, tomilho, louro, sementes
de pinheiro, casca de frutas cítricas e resinas (estas ainda
utilizadas hoje em dia na Grécia). Esta prática não apenas
modificava o sabor do vinho, mas também aumenta consideravelmente
seu período de conservação. O vinho costuma ser servido frio, em
temperatura ambiente e também aquecido. Os vinhos aromatizados
sobreviveram até a Idade Média. O vinho como o conhecemos hoje
começou a ser apreciado somente mais tarde, quando as técnicas de
fabricação da bebida foram aperfeiçoadas.
Vinhos e
Massas
O tipo de vinho varia com o molho que é utilizado. Geralmente usa-se
vinhos brancos e tintos jovens e pouco estruturados com molhos leves
ou molhos brancos e tintos mais encorpados e envelhecidos para as
massas com molho de tomate e mais forte ou picante.
Vinhos e
Carnes
Para as carnes de peixe, de frango ou outras aves pode-se usar os
vinhos brancos secos, mas aqui também o tipo de molho dá o sentido
ao vinho, e tanto mais forte e pesado o molho, mais encorpado será o
vinho. Para as carnes
de caça e as carnes vermelhas normalmente lança-se mão de vinhos
tintos e tanto mais encorpados quanto mais forte sejam as carnes.
Vinhos e Peixes
A acompanhar o peixe, incluindo o bacalhau, seja na brasa ou com
molhos suaves, o vinho branco tem sempre êxito. Para peixe frito,
com molho de manteiga aromatizada ou com molho condimentado,
optar-se-á por um vinho branco que suporte bem a gordura: um branco
seco potente, mas sobretudo com boa acidez. Para pratos de peixe
assado no forno com acompanhamento é preferível optar por um branco
mais delicado, mais subtil e, ao mesmo tempo, mais encorpado, que
seja de guarda em pipa, sempre seco e com uma acidez mais moderada:
brancos do Algarve como os de Lagoa, Lagos ou Portimão, ou da
Bairrada, Dão ou Douro.
Contudo,
pode-se também ampliar o leque de vinhos tendo em conta a textura do
peixe, o modo de cozedura e o prato à continuação. Assim, com pratos
de peixe de textura firme, como tamboril, bacalhau, atum ou
lampreia, cozinhados em molho de tomate, acompanhados por legumes
refogados ou cozinhados em vinho tinto, a aliança com um tinto jovem
e encorpado, tomados à temperatura fresca (12º a 14º) pode
igualmente surpreender o apreciador.
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